ORIGEM DO NOME "CLUBE DO PORÃO"

O porão é o lugar onde guardamos coisas importantes para nós, mas que por algum motivo não podemos ou não temos oportunidade de deixar na sala, no quarto, na cozinha, ou seja, em lugares de destaque em nosso cotidiano.

A arte feita por artistas de verdade parece que se encontra na mesma situação que esses nossos objetos queridos: é cada vez mais raro assistir a uma apresentação de banda de um vizinho, de um colega de escola ou trabalho. O pouco espaço que é destinado a música hoje em dia é extremamente disputado e profissionalizado.
Oferecer uma oportunidade para retirarmos de nossos porões (nossos baús mentais) essas caixas repletas de arte, criatividade e projetos para uma cidade melhor, e expor o conteúdo artístico dessas "caixas" é a missão do Clube do Porão.

 

NOSSA MISSÃO

Oferecer aulas de música visando desde o princípio do aprendizado a oportunidade para o aluno de conectar seu trabalho artístico com o público, seja em apresentações para amigos, familiares e colegas, em escolas, faculdades, praças, hospitais, além de fomentar parcerias com bares, restaurantes e comércio em geral.

 

QUEM SOMOS

Antonio Veras - Idealizador do projeto Clube do Porão, professor de guitarra e violão há 20 anos. Estudou violão popular na Universidade Livre de Música e guitarra com diversos professores particulares.

Professores que já atenderam alunos vindos do Clube do Porão:
Rafael Gentil (professor de violão, guitarra, baixo, piano e teclado)
Gilberto Cerantola (professor de baixo e violão)
Pitu Leal (professor de bateria e percussão)
Jaime Sax (professor de saxofone e flauta transversal)
Jairinho Carneiro (professor de saxofone)
Marco Prado (professor de violão, guitarra, história da música)
Paulo Carrera (professor de violão e cavaquinho)
Ivan Paschoal (professor de piano, teclado, violão e baixo)
Kika Viana (professora de Percussão)

 

NOSSA HISTORIA

Desde 2008 ...

 

PORQUE ALGUNS DESISTEM DA MÚSICA?

Nesses mais de 20 anos de ensino musical, recebemos muitos casos onde o aluno já havia iniciado o estudo do instrumento e desistido por inúmeras questões: seja pela rigidez do estudo teórico (onde o foco pode ser na repetição exaustiva de exercícios, na cobrança por treinos em casa, etc), pela demora em começar a tocar as músicas do estilo de preferência, por compromissos profissionais e familiares, e também por se colocar em comparação com seus ídolos e se achar incapaz de atingir o mesmo patamar de performance.

COMPARAÇÃO
Esse último motivo acima é um dos mais prejudiciais, e por isso vamos tratar com mais atenção: Quando você cobra de si mesmo um desempenho similar ao de músicos que te inspiram, a referência está no outro e não você. Quando você diz "comparado a tal pessoa, eu não tenho ouvido, eu não sei improvisar", a comparação é improdutiva já que te prende em uma busca eterna e inatingível, pois é impossível uma pessoa conseguir ser igual a outra.
Muito provavelmente seu ídolo ou a pessoa que você tem como referência dificilmente iria chegar onde chegou se estivesse perseguindo esse objetivo de tocar igual a outra pessoa. Os ídolos chegam justamente nesse lugar autêntico e original (e por isso se tornam referência) porque vão dentro deles mesmos buscar seu próprio entendimento, percepção e musicalidade.
Jimmy Hendrix dizia que não conseguia colocar o som que ouvia em sua cabeça no instrumento, e ele foi um músico que revolucionou a forma de tocar guitarra, timbre, pegada, era inovador.

NÍVEL DE APRENDIZADO OU DE SATISFAÇÃO PESSOAL?
Acreditamos que, ao invés de nos apegarmos a rótulos como nível de aprendizado (iniciante, intermediário, avançado), devemos pensar no nível de satisfação do aluno, ou seja, o quanto o aluno está satisfeito com o que tem feito com o instrumento. Em primeiro lugar, devemos procurar uma forma do aluno estar satisfeito com sua performance atual, por que nesse momento é isso que ele consegue fazer, e não quer dizer que vai ficar assim pra sempre. O foco é trazer a satisfação do aluno com ele mesmo, independente do quanto ele toca ou sabe, e a partir daí é muito mais fácil seguir no aprendizado musical.

 

NOSSA METODOLOGIA

Em nossas aulas práticas, a música é usada como ferramenta de autoconhecimento e realização pessoal: o objetivo não é decorar e reproduzir fielmente as músicas de nossos ídolos, tampouco atingir a perfeição técnica ou teórica, mas sim sentir e despertar para o conhecimento de nossos potenciais e talentos musicais, expressar através da música nossos verdadeiros sentimentos, experimentar o prazer de tocar ou cantar independente de nosso nível de aprendizado, e principalmente nos ajudar em nossa busca por autenticidade, originalidade, aquilo que nos torna únicos.

As aulas tem foco no aprendizado pela prática, introduzindo a teoria de forma orgânica e quando pertinente ou solicitado pelo aluno. Estudaremos improvisação, composição, arranjos utilizando um repertório escolhido pelo aluno para prática de acompanhamento (ritmos) e demais temas a serem abordados.

A orientação técnica, principalmente na guitarra, é desenvolvida utilizando o Blues como base, afinal do Blues veio o Rock e de ambos surgiram diversos gêneros filhos diretos do Blues e do Rock (ou no mínimo influenciados por eles, por exemplo a MPB).